Lieu de tournage
127A Smithfield Road, Frederiksted, Virgin Islands
The TV series Sepse e imunossupressão, created by an unlisted creator and produced by an unlisted studio, first premiered on June 30, 2017 in Royaume-Uni. The series spans 1 season with 9 episodes, featuring the voices of an unlisted voice cast. It follows the story of characters and events not yet described in the available detail data. This is an Autre series and has received a rating of 0/10 from 0 viewers.
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127A Smithfield Road, Frederiksted, Virgin Islands
Castle Rock Entertainment
21 victoires et 43 nominations au total
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Quem sobrevive à sepse - que já foi conhecida como infecção generalizada ou septicemia - pode ficar mais vulnerável a infecções e tumores. Por quê? Mais uma parte do mecanismo que debilita a pessoa mesmo depois que sai da UTI foi estudado por cientistas do CRID, o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto, em conjunto com pesquisadores da Universidade de Glasgow e da Soochow University. O estudo foi feito em camundongos e publicado na Nature Communications ( Tem a ver com uma substância recém-descoberta: a interleucina-33. Assista à entrevista com José Carlos Alves Filho, pesquisador principal do estudo, nesta playlist: •Sepseeimunossupressão Roteiro: Ana Paula Chinelli | Edição: Alan Petrillo e Ana Paula Chinelli | Ilustrações: Alan Petrillo | Animação extra: Sepsisfonden da Suécia | Imagens das células: MATHEU et al., revista Nature, 2015; e NIAID
O sistema imunológico mantém o corpo funcionando em equilíbrio – estado chamado pelos cientistas de homeostase. Em caso de infecções, por exemplo, algumas células do sistema imune destroem bactérias e outros agentes infecciosos. Se isso resultar em danos ao próprio corpo, outras células servem para reparar os tecidos. Ainda há casos em que parte do sistema imunológico identifica uma célula comum do corpo como uma célula "estrangeira" – ou, na linguagem dos pesquisadores – "reconhece o próprio como não-próprio". A reação é destruir o próprio corpo e, eventualmente, causar uma doença autoimune. Para evitar isso também há células de controle. Tudo em um delicado equilíbrio. Quem explica é José Carlos Alves Filho, farmacologista do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Ele é um dos autores de um estudo publicado no site da Nature Communications ( sobre o comprometimento do sistema imunológico após a sepse. Assista a todos os
Ao identificar que a interleucina 33 (IL-33) está relacionada ao comprometimento do sistema imunológico de camundongos que sobrevivem à sepse, pesquisadores abriram a possibilidade de investigar novas formas de tratar essa imunossupressão. Em pessoas, a diminuição da capacidade de lidar com infecções e conter o surgimento de tumores pode durar até 5 anos. José Carlos Alves Filho é farmacologista do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Ele é um dos autores do estudo e diz que um possível tratamento não precisa vir, necessariamente, de bloquear a IL-33. Entenda as opções nesta entrevista dada ao Ciência USP. O artigo do Crid foi publicado no site da Nature Communications ( Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | edição: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Realização: Núcleo de Divulgação Científica da USP
Parte das pessoas que sobrevivem à sepse fica com o sistema imunológico comprometido, com menos capacidade de frear infecções e conter a formação de tumores. Em camundongos, após a sepse há uma quantidade maior de células T Reguladoras, que são responsáveis por controlar a ação do sistema imunológico – e talvez sejam a causa da imunossupressão. O mecanismo que leva a esse aumento das células T Reguladoras está relacionado à quantidade maior de uma substância chamada interleucina 33, ou IL-33, segundo a conclusão de um estudo publicado no site da Nature Communications ( A pesquisa foi resultado de mais de cinco anos de investigações feitas por cientistas do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Quer entender como se desenvolveu o raciocínio que conduziu às diversas etapas do trabalho? José Carlos Alves Filho, farmacologista Crid, conta em entrevista ao Ciência USP. Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepsee
Parte das pessoas que sobrevivem à sepse fica com o sistema imunológico comprometido, com menos capacidade de frear infecções e conter a formação de tumores. Em camundongos, após a sepse há uma quantidade maior de células T Reguladoras, que são responsáveis por controlar a ação do sistema imunológico – e talvez sejam a causa da imunossupressão. O mecanismo que leva a esse aumento das células T Reguladoras está relacionado à quantidade maior de uma substância chamada interleucina 33, ou IL-33, segundo a conclusão de um estudo publicado no site da Nature Communications ( A pesquisa foi resultado de mais de cinco anos de investigações feitas por cientistas do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. José Carlos Alves Filho, farmacologista Crid, explica os principais resultados do trabalho. Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | e
Parte das pessoas que sobrevivem à sepse fica com o sistema imunológico comprometido, com menos capacidade de frear infecções e de conter a formação de tumores. Em camundongos, após a sepse há uma quantidade maior de células T Reguladoras, que são responsáveis por controlar a ação do sistema imunológico – e talvez sejam a causa da imunossupressão. Essa conclusão faz parte de um estudo (goo.gl/NHNFJ4) publicado por cientistas do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. José Carlos Alves Filho, farmacologista Crid, conta sobre essa pesquisa, que abriu caminho para o mais recente achado do grupo, publicado agora no site da Nature Communications ( Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | edição: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Realização: Núcleo de Divulgação Científica da USP
Cerca de 50% das pessoas que têm a forma mais grave de sepse – o choque séptico – sobrevivem no Brasil. E nem todas saem do hospital com a saúde restaurada. As sequelas da sepse são várias e atingem o sistema neurológico – como a perda de memória -, o sistema cardiovascular e o sistema imunológico. Neste caso, há diminuição da capacidade de combater cânceres e infecções. Quem detalha as sequelas da sepse é José Carlos Alves Filho, farmacologista do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Ele é um dos autores de uma pesquisa publicada pelo grupo no site da Nature Communications ( Os cientistas investigaram o papel de uma substância chamada Interleucina 33 na diminuição da imunidade de pessoas que sobrevivem à sepse. Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | edição: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Realização: Núcleo de
A sepse – também conhecida como infecção generalizada – não tem tratamento direto, apenas medidas paliativas. No Brasil, cerca de metade das pessoas que têm a forma mais grave da doença, o choque séptico, sobrevive. Ainda assim, o problema não dá trégua. Para essas pessoas, a expectativa de vida é menor que a da população. Quem conta essa história é José Carlos Alves Filho, farmacologista do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Ele é um dos autores de uma pesquisa publicada pelo grupo no site da Nature Communications ( Os cientistas investigaram o papel de uma substância chamada Interleucina 33 na diminuição da imunidade de pessoas que sobrevivem à sepse. Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | edição: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Realização: Núcleo de Divulgação Científica da USP
A sepse – também conhecida como septicemia ou infecção generalizada – afeta 670 mil brasileiros por ano. Como uma infecção pode levar órgãos do corpo a pararem de funcionar? A explicação é de José Carlos Alves Filho, farmacologista do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (Crid) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Ele é um dos autores de uma pesquisa publicada pelo grupo no site da Nature Communications ( que investigou o papel de uma substância chamada Interleucina 33 na diminuição da imunidade de pessoas que sobrevivem à sepse. Assista a todos os vídeos desta série na playlist: •Sepseeimunossupressão Reportagem: Ana Paula Chinelli, Gabriel Soares e Thaís Cardoso | edição: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Realização: Núcleo de Divulgação Científica da USP
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Les drames policiers suivent des enquêteurs, détectives, avocats ou journalistes qui résolvent des affaires criminelles. Les récits à mystère encouragent le public à découvrir des indices avec les personnages.
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Le récit d'horreur crée le suspense par la tension psychologique, les événements surnaturels, les monstres ou les scénarios de survie.
Les récits romantiques se concentrent avant tout sur les relations, les trajectoires amoureuses et l'évolution émotionnelle des personnages.
L'animation rassemble des œuvres pour enfants, familles et adultes, allant du contenu éducatif aux récits dramatiques complexes.
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